KTM mostra suas armas para o Rali Dakar 2018


A KTM anunciou essa semana a sua equipe para competir no próximo Rali Dakar, em janeiro de 2018. O objetivo é muito simples: vencer mais uma vez e manter a hegemonia que não perde há muitos anos.

red-bull-ktm-factory-racing-dakar-2018Os quatro pilotos da equipe oficial permanecem os mesmos, com os dois últimos campeões, Sam Sunderland e Toby Price tendo a companhia do austríaco Matthias Walkner, campeão do último Rali do Marrocos e do francês Antoine Meo, de volta ao Dakar após ausentar-se em 2017 devido à lesões.

Estou me sentindo realmente positivo. Minha condição física é boa no momento e não tenho ferimentos. E, no teste final, a nova 450 se saiu muito bem“,  disse o atual campeão Sunderland. Vitorioso em 2016, Pryce manteve o otimismo: “Depois de uma limpeza recente em minha lesão, eu já me sinto muito mais forte. É um grande passo em frente e as coisas já estão realmente boas para janeiro“, disse.


Price sofreu um acidente ainda no primeiro semestre que o deixou encostado pela maior parte do ano, mas o australiano acha que estará competitivo no Dakar: “Estive longe da moto por cerca de oito ou nove meses. É claro que não é melhor a preparação para liderar a maior prova do ano, mas você não esquece como andar de moto“, opinou.

A motocicleta também é a mesma, a conhecidíssima KTM 450 Rally. Apresentado no último Salão de Milão, o modelo contém uma série de aperfeiçoamentos, a começar pelo chassi e braço oscilante totalmente novos, com o objetivo de deixar a ciclística mais nítida. O motor recebeu um novo sistema de gerenciamento para dar aos pilotos uma resposta de aceleração mais precisa.

Ao contrário do que normalmente acontece, o Dakar 2018 não vai começar logo após o ano novo e sim apenas no dia 6 de janeiro, se estendendo até o dia 20. A caravana vai passar por Argentina, Bolívia e, pela primeira vez em sua história, o Peru.


Sobre Lucas Carioli

Publicitário de formação, jornalista por opção, principalmente sobre o motociclismo, o único "ismo" que pratica. Quando não está escrevendo ou tocando rock, está perdido em alguma estrada com sua moto.