Yamaha encerra primeiro trimestre com alta de 3,7%


A Yamaha divulgou ontem (14) o seu balanço geral do primeiro trimestre de 2018. A empresa afirma que encerrou os três primeiros meses do ano com um aumento de 5,1% no lucro de todas as suas operações (que vão além do motociclismo).

yamaha-motor-co-iwata-japanAs vendas líquidas do primeiro trimestre foram de 405,6 bilhões de ienes (um aumento de 19,5 bilhões em relação ao mesmo período de 2017) e o lucro operacional foi de 41,2 bilhões (um aumento de 3,9 bilhões ou 10,5%).

Assim como Honda, Suzuki e Kawasaki, a Yamaha não produz apenas motocicletas e sim uma infinidade de outros produtos, como instrumentos musicais, maquinário industrial, motores marítimos e robôs. As melhorias de rentabilidade continuaram também nesses mercados, levando a um aumento na receita.

Nos primeiros três meses do período contábil consolidado, o dólar norte-americano foi negociado a 108 ienes (uma valorização de 6 ienes em relação ao mesmo período do ano fiscal anterior) e o euro a 133 ienes (depreciação de 12 ienes).

No que concerne especificamente às motocicletas, às vendas líquidas foram de 241,2 bilhões de ienes (um aumento de 8,7 bilhões de ienes ou 3,7% em comparação com o mesmo período do ano fiscal anterior), com um lucro operacional de 14,5 bilhões de ienes (um aumento de 0,6 bilhão de ienes ou 4,3%).

Nem tudo são flores, no entanto. As vendas nos mercados desenvolvidos diminuíram devido a fatores como um declínio na demanda total e clima irregular na Europa. Em mercados emergentes como a Indonésia, as Filipinas e Brasil, as vendas aumentaram, mas também diminuíram no mercado vietnamita.

De acordo com a marca dos diapasões, a queda nos mercados desenvolvidos foi devido a uma valorização do iene e vendas unitárias mais baixas, enquanto que nos mercados emergentes cresceram graças ao aumento nas vendas unitárias.

Em termos de receita operacional, a alta lucratividade foi mantida no sudeste asiático, ajudando a aumentar a renda, mas, devido à diminuição da renda nos mercados desenvolvidos, o lucro operacional geral foi igual ao do mesmo período do ano fiscal passado.