Suzuki apresenta naked GSX-S1000 na Alemanha

Conforme já era esperado, a Suzuki está apresentando no Salão de Colônia, na Alemanha, a GSX-S1000, sua nova naked de 1 litro. A marca de Hamamatsu espera bater de frente com MV Agusta Brutale e Ducati Monster.

hfghfghA moto já havia sido flagrada  em testes, rodando inteiramente sem disfarces, no mês passado. Trata-se de uma motocicleta completamente nova, com apenas o “coração” sendo derivado de uma velha conhecida.

A nova Suzuki recebeu o motor de 1000 centímetros cúbicos da lendária GSX-R1000, versão 2005; conhecido pela alta potência e brutalidade. Entretanto, o propulsor foi devidamente atualizado: os pistões, por exemplo, estão reprojetados e são 3% mais leve do que os anteriores. O comando de válvulas foi otimizado para que o pico de torque seja atingido em uma faixa de giros mais “civil”, digamos. A potência ficou na casa dos 155 cv com um torque de 80 NM.

A GSX-S1000 também conta com um sistema patenteado pela Suzuki, chamado de Suzuki’s Dual Throttle Valve (SDTV) ou “acelerador de dupla válvula”, que controla a alimentação de ar/combustível para os pistões, o que também melhora a resposta em baixos e médios giros.

Três modos de controle de tração
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O modelo GSX-S1000 está sendo apresentado nessa semana na Alemanha.

Enquanto a GSX-R ainda permanece sem controle de tração, a GSX-S1000 (felizmente) recebeu um bom sistema, que “lê” cada acelerada 250 vezes por segundo. As derrapadas ficam sob controle através do atraso do ponto de ignição. Se você não gosta, tem-se a opção de desligá-lo completamente.

A Suzuki também caprichou no quadro. Nada de tubos de aço e sim uma bela trave dupla de alumínio, muito semelhante ao da GSX-R1000, só que ainda mais leve. A suspensão dianteira, de 43 milímetros, é da marca KYB, invertida e totalmente regulável, assim como o monoamortecedor traseiro. O pneuzão é um 190/50 R17.

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Há também a versão GSX-S1000F, semi-carenada.

Curiosidade: a GSX-S1000 vem com um sistema de partida mais rápido, em que você não precisa ficar segurando o botão até o motor girar. Basta uma leve pressionada e pronto, como acender uma lâmpada. A Suzuki também retirou a tradicionalíssima “obrigação” de segurar a embreagem pressionada, ao ligar a moto. Sinal dos tempos?

Os freios são de grife, com pinças radiais da marca italiana Brembo. Há opção com e sem ABS (com um custo adicional de 400 libras). O painel, de LCD, é completíssimo possuindo velocímetro, tacômetro, hodômetros totais e parciais, marcha engatada, temperatura do óleo, água e ambiente, consumo médio, consumo instantâneo de combustível, controle de tração, e um relógio.

São duas versões: GSX-S1000 (naked) e GSX-S1000F (semi-carenada). Ambas, porém são idênticas, mecanicamente. A Suzuki ainda não informou o preço, mas segundo o site Motorcycle News, deverá ficar em torno de 9.000 libras esterlinas. A J.Toledo, representante da marca no Brasil, afirmou que o modelo virá ao Brasil no segundo semestre de 2015.

 

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